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Administração Judicial

Em se tratando de administração Judicial, a nomeação ocorre no âmbito das varas cíveis e trabalhista para atuar como Administrador judicial, tanto na recuperação de empresas como na penhora de faturamento ou do estabelecimento.


Esta atividade carece de profissionais que tenham qualificação em gestão empresarial e de conflitos, cujos requisitos são o nosso diferencial, pois o prof. Vital Ferreira Junior possui 15 anos de experiência como perito contador e professor universitário, que o qualificam juntamente com sua equipe a realizar uma forte atuação como administrador judicial exercendo o seu papel com extrema eficácia.


A nomeação como administrador judicial ocorre através de cadastro junto às varas judiciais e também por indicação dos advogados de uma das partes que solicitam a indicação de um profissional para auxiliar na recuperação da empresa.

As funções do Administrador Judicial estão previstas no Art. 22 da Lei 11.101/2005: “Art. 22. Ao administrador judicial compete, sob a fiscalização do juiz e do Comitê, além de outros deveres que esta Lei lhe impõe: I – na recuperação judicial e na falência:
a) enviar correspondência aos credores constantes na relação de que trata o inciso III do caput do art. 51, o inciso III do caput do art. 99 ou o inciso II do caput do art. 105 desta Lei, comunicando a data do pedido de recuperação judicial ou da decretação da falência, a natureza, o valor e a classificação dada ao crédito;
b) fornecer, com presteza, todas as informações pedidas pelos credores interessados;
c) dar extratos dos livros do devedor, que merecerão fé de ofício, a fim de servirem de fundamento nas habilitações e impugnações de créditos;
d) exigir dos credores, do devedor ou seus administradores quaisquer informações;
e) elaborar a relação de credores de que trata o § 2o do art. 7o desta Lei;
f) consolidar o quadro-geral de credores nos termos do art. 18 desta Lei;
g) requerer ao juiz convocação da assembleia-geral de credores nos casos previstos nesta Lei ou quando entender necessária sua ouvida para a tomada de decisões;
h) contratar, mediante autorização judicial, profissionais ou empresas especializadas para, quando necessário, auxiliá-lo no exercício de suas funções;
i) manifestar-se nos casos previstos nesta Lei;
II – na recuperação judicial:
a) fiscalizar as atividades do devedor e o cumprimento do plano de recuperação judicial;
b) requerer a falência no caso de descumprimento de obrigação assumida no plano de recuperação;
c) apresentar ao juiz, para juntada aos autos, relatório mensal das atividades do devedor;
d) apresentar o relatório sobre a execução do plano de recuperação, de que trata o inciso III do caput do art. 63 desta Lei;”

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Currículo do profissional.

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